O aporte financeiro anual nas áreas de geração e distribuição de energia elétrica é estimado em U$ 800 bilhões, no mundo. A eletricidade é considerada insumo fundamental para o desenvolvimento econômico e social. Apesar disso, 2 bilhões das 5,7 bilhões de pessoas no mundo não têm qualquer acesso à eletricidade.
A demanda mundial por eletricidade cresce rapidamente, mesmo considerando os impactos negativos que acompanham algumas formas de geração convencional, tais como a nuclear e a de combustível fóssil. Tudo isso conduziu à necessidade da geração de eletricidade alternativa, com os produtores considerando os recursos renováveis para suprir a demanda sem agregar poluição ambiental.
Outro fator estimulante para novas fontes de energia alternativa é a desregulamentação das atividades do mercado de energia elétrica, que incrementa o desenvolvimento de pequenos produtores e também a competitividade entre as grandes concessionárias.
O armazenamento também representa um desafio econômico quando comparado com as outras formas de energia disponíveis. Mesmo com essas desvantagens, a energia eólica constituí-se atualmente numa importante fonte alternativa de energia.
O plano para o estabelecimento de energia alternativa depende das políticas energética, ambiental e industrial de uma nação. Nesse contexto, a política do desenvolvimento da energia eólica depende basicamente de três fatores:
Estabelecimento de objetivos para o desenvolvimento da energia eólica nos países que dispõem desse potencial.
Eliminação das barreiras e subvenções a outras fontes de energia que prejudicam as fontes renováveis. Colocação em marcha de mecanismos internacionais que permitam abrir e dinamizar novos mercados para a energia eólica.
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